POR UMA VIDA COM (MAIS) SIGNIFICADO



30 março, 2020
Autoconhecimento

Provavelmente você já ouviu falar da psicologia positiva.

Quando o norte-americano Martin Seligman começou a desenvolvê-la no início da década de 80, tinha uma preocupação inicial: compreender o lado funcional do ser humano. E ele contagiou muitos.

A ideia dele era sair do modelo de doença, deixar de buscar só o que havia de errado conosco, seres mortais. Ele entendia que tornar pessoas infelizes menos infelizes já não era mais suficiente.

A psicologia positiva hoje tem diversos temas de estudo: gratidão, otimismo, felicidade. Esses temas também são comuns de outras áreas, mas a principal diferença aqui é que ela vai ao campo das neurociências para entender as emoções e os comportamentos. Estuda cientificamente nossas potencialidades e virtudes.

Sempre gostei de pesquisas científicas. Informações empíricas. Dados e fatos que confirmam ideias e suposições. O lado esquerdo do meu cérebro agradece. Talvez por isso a psicologia positiva me encante.

E também porque ela é uma das fontes inspiradoras do meu trabalho hoje. Ajuda o outro na criação de um novo caminho – ou de um jeito novo de caminhar – quando se propõe a definir e classificar talentos, o que os constrói e o que os atrapalha. Quando busca remodelar seus pontos fortes para usar o máximo possível nas suas relações pessoais e profissionais. Quando empodera as pessoas, e traz o conceito de responsabilização pelo próprio futuro, ao invés de confirmar o papel de vítima da sua história e das circunstâncias.

E foi tentando entender a felicidade que a psicologia positiva esbarrou na vida com significado, por meio dos estudos de Mike Csikszentmihalyi, que criou o conceito de flow(ou fluxo, se preferir).

Resumir o que esse professor húngaro que estuda felicidade e criatividade disse é (quase) tão difícil quanto pronunciar seu último nome, mas vamos lá: pra ele, o fluxo acontece quando você está completamente envolvido em uma atividade. Naturalmente motivado. Absorvido. Satisfeito. É quando o tempo pára, e suas preocupações se tornam pequenas diante daquilo que você está realizando.

Já sabemos hoje que a produtividade e o envolvimento de uma pessoa em uma organização estão totalmente relacionados às emoções positivas, à descoberta de sentido e ao alinhamento de seus valores com os do lugar em que ela trabalha. Alguns adoram o termo “harmonia produtiva”…

Que seja. Chame do que quiser. Mas busque seu estado de flow. Se você está em uma organização ou fora dela. Se você está empreendendo um negócio tradicional ou da nova economia. Promova seus talentos e genialidades. Imprima sua marca. Entregue seu melhor servir ao mundo. E faça sua vida valer a pena.

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Luciana Gallo é co-fundadora da Amadoria, facilitadora de processos colaborativos, de desenvolvimento pessoal, e de mudança organizacional. Mentora e palestrante, ajuda as pessoas a (re)significarem suas vidas e trabalhos. Atua na expansão do conhecimento e da consciência da pessoa e do profissional dentro das organizações.

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