SER INTEGRAL, UM PROJETO DE VIDA!



18 maio, 2020
Autoconhecimento

Ainda vejo uma certa confusão quando falamos de integralidade… algumas pessoas confundem integralidade com integridade. Essa última tem a ver com honestidade, com agir eticamente. Conceitos e características igualmente relevantes, ainda mais no contexto de mundo que vivemos hoje.

Mas minha escolha aqui é falar um pouco mais sobre a tal da integralidade. Da importância de buscarmos vir a ser indivíduos integrais.

Um ser integral é aquele que reúne todas as partes que formam um todo. Em “humanês”, podemos dizer que é aquele que busca a completude.

Ser integral é reconhecer que somos seres bio-psico-sociais-emocionais e espirituais. É também entender, como dizemos na Amadoria – e como construímos nossa identidade – que somos uma engrenagem mente-corpo-espírito-coração.

É a famosa roda da vida! Se você já fez esse exercício antes, vai se lembrar… se não, pense em uma roda e em várias “fatias”, cada uma contendo uma parte do todo: saúde física, emocional, finanças, trabalho, consciência espiritual, relacionamentos sociais, relações afetivas.

Não podemos – sob o risco de adoecermos em algum momento na vida – deixar de cuidar de nenhum desses aspectos.

“Poxa” – você pode nesse momento questionar – “mas é muita coisa pra cuidar, não tem como equilibrar tudo isso!”… pra mim, nessa frase há uma verdade, e há um erro.

Sim, é muita coisa pra cuidar, muitos pratinhos pra segurar em uma só vida, pra uma só pessoa.

E não, não é impossível equilibrar tudo isso, todos esses pratinhos, desde que você entenda um simples (mas poderoso) detalhe: o equilíbrio da vida é dinâmico, não é estático.

Ou seja, se puder imaginar uma figura agora, imagine um pêndulo, não uma balança. Não pense que você vai fazer tudo certinho e vai chegar um momento em que sua vida vai estar equilibrada como uma balança (daquelas antigas, analógicas…rsrsrs).

Esse equilíbrio estático só acontece, infelizmente, quando morremos. Até lá – e a grande maioria de nós quer viver muito ou o máximo que puder – o equilíbrio que vamos atingir, com esforço, é o equilíbrio dinâmico (o da figura do pêndulo).

O que significa que, em determinado momento, vou estar melhor em uma área do que em outra da minha vida. Em uma certa fase terei uma saúde física nota 10 e uma saúde relacional nota 7, ou estarei espiritualmente com um 9 e financeiramente com um 6…

Então esse tal equilíbrio, essa completude, é uma busca constante, e isso não deve ser desanimador. Na verdade, pra mim foi libertador entender isso tudo. Acho que foi um dos mais importantes marcos da minha vida adulta.

Por isso, escrevi como título: “um projeto de vida”… buscar a integralidade não é o fim do caminho, é o decorrer dele. É um processo constante de tomada de consciência, escolha e ação disciplinada.

Na quase totalidade das vezes, precisamos de ajuda pra percorrer esse caminho.

Que tal seguirmos juntos?

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Luciana Gallo é co-fundadora da Amadoria, facilitadora de processos colaborativos, de desenvolvimento pessoal, e de mudança organizacional. Mentora e palestrante, ajuda as pessoas a (re)significarem suas vidas e trabalhos. Atua na expansão do conhecimento e da consciência da pessoa e do profissional dentro das organizações e das comunidades.

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